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Com foco em educação e emprego, Haddad chega a 22%, enquanto Bolsonaro para em 28%

25/09/2018

Candidato do PT afirma que país só sairá da crise com ambiente pacificado e reitera cultura da tolerância

Escrito por: Redação RBA


A curva de crescimento do candidato do PT à Presidência segue acentuada, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24). Fernando Haddad subiu mais quatro pontos em relação à semana anterior e chegou a 22%. Treze dias depois do registro oficial de sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 11 de setembro, o substituto de Luiz Inácio Lula da Silva subiu 14 pontos. O candidato Jair Bolsonaro (PSL), estacionou nos mesmos 28% das intenções de voto da semana passada.

A nova pesquisa Ibope confirma também a estabilização de Ciro Gomes (PDT) em terceiro lugar, com 11%, mesma pontuação dos últimos dois levantamentos.

O Ibope traz Geraldo Alckmin (PSDB) em quarto e Marina Silva (Rede) em quinto. Há 13 dias, o tucano tinha 9%, caiu para 7% e agora está com 8%. A candidata da Rede, que havia caído de 9% para 6%, agora está com 5%.

João Amoêdo (Novo) tem 3%, Álvaro Dias (Pode) e Henrique Meirelles (MDB) 2% e Guilherme Boulos (Psol)m 1%. Cabo Daciolo (Patriotas), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram.

Segundo turno

O Ibope fez simulações para as seguintes hipóteses de segundo turno:

Haddad 43% x 37% Bolsonaro

Ciro 46% x 35% Bolsonaro

Alckmin 41% x 36% Bolsonaro

Marina 39% x 39% Bolsonaro

Bolsonaro é o candidato com maior taxa de rejeição, por 46% dos pesquisados. Depois vêm Haddad, 30%, Marina, 25%, Alckmin, 20% e Ciro, 18%. O instituto entrevistou 2.506 pessoas em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo. O instituto deve apresentar novo levantamento na quarta-feira (26), por encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Datafolha divulgará resultado de nova sondagem na sexta-feira (28).

Paz, emprego e educação

Durante coletiva em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba, depois de visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad apontou que a campanha do seu partido vai se associar a todos os movimentos sociais, populares e institucionais "para o fortalecimento da democracia no Brasil".

Haddad comentou as declarações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que em entrevista publicada nesta segunda-feira no jornal Folha de S.Paulo reagiu a questionamentos da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) quanto à legitimidade da urnas eletrônicas e da validade das eleições. O ministro defendeu que qualquer que seja o resultado das urnas, ele será respeitado.

"É uma preocupação grande das instituições e nossa também. Nossa campanha vai se engajar cada vez mais na questão do fortalecimento da democracia. Nós entendemos que não há como gerar empregos sem democracia, não há como matar a fome das pessoas sem democracia. Não há como garantir educação de qualidade sem democracia", defendeu Haddad.

"Nós entendemos que ela (a democracia) está sendo ameaçada diariamente com suposições, uma hora é a urna eletrônica, outra hora é sobre o resultado eleitoral e nós vamos nos associar a todos os que defendem a democracia", afirmou ainda o candidato, ao comentar as manifestações da campanha de Bolsonaro. "O mundo está observando o Brasil com muito cuidado em função desses movimentos exóticos, estranhos à tradição que nós consolidamos depois da redemocratização."

Ainda sobre a questão da polarização da campanha e de manifestações de violência que têm ocorrido, como o ataque com faca ao candidato do PSL em Juiz de Fora (MG), no dia 6, Haddad afirmou que o objetivo é "cultivar o ambiente de paz" com foco no emprego e em educação. "Nós entendemos que isso é o que vai tirar o país da crise. Sem isso não vamos sair da crise. E é em um ambiente de paz que nós vamos fazer isso. Nossa cultura é da tolerância", argumentou.

 

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