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Tristeza e revolta por assassinato cruel de jovem congolês morto por cobrar salário

01/02/2022

Jovem de 24 anos foi espancado até a morte após cobrar salários atrasados no quiosque onde trabalhava no Rio, denuncia a familia. Assassinato cruel revolta internautas que pedem #JustiçaPorMoise

Escrito por: Redação CUT

 

 

A morte do jovem congolês, Moise Mugenyi Kabagambe, 24, cruelmente assassinado após cobrar pagamento de salário ao dono do quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde trabalhava como ajudante de cozinha, revoltou na familia que denunciou o crime, e mobilizou internautas que pedem #JustiçaPorMoise nas redes sociais.
 
O jovem foi encontrado morto na segunda-feira passada (24). A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando a morte.
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, a comunidade congolesa no Brasil divulgou uma carta de repúdio afirmando que Kabagambe foi espancado por cinco pessoas, entre elas o gerente do quiosque, com um taco de baseball.
 
"Esse ato brutal não somente manifesta o racismo estrutural da sociedade brasileira, mas claramente demonstra a xenofobia dentro das suas formas contra os estrangeiros", diz a nota de repúdio, lembrando que o Brasil é signatário de convenções que garantem a proteção dos direitos humanos.
 
Saiba o que é racismo estrutural
 
Ainda segundo a Folha, no sábado (29), amigos e familiares d​o jovem fizeram uma manifestação em frente ao quiosque. Eles seguravam cartazes pedindo justiça e dizendo que a comunidade congolesa no Brasil não vai se calar.
 
"Meu filho cresceu aqui, estudou aqui. Todos os amigos dele são brasileiros. Mas hoje é vergonha. Mataram ele. Quero só justiça", disse Ivana Lay, mãe do jovem, ao "Bom Dia Rio", da TV Globo.
 
"Uma pessoa de outro país que veio para cá para ser acolhido e vocês matam ele porque pediu o salário? Porque ele falou que estão devendo?", questionou Chadrac Kembilu, primo de Moise.
 
Nas redes sociais, a morte do jovem gerou comoção. Confira algumas postagens no Twitter, que vão dos perfis da Anistia Internacional, políticos e cidadãos indignados:
 
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