CONTRACS > LISTAR NOTÍCIAS > 1,5 MILHÃO DE FUNCIONÁRIAS DO WAL-MART DEMANDAM NA JUSTIÇA AÇÃO COLETIVA POR DISCRIMINAÇÃO NA EMPRESA

1,5 milhão de funcionárias do Wal-Mart demandam na Justiça ação coletiva por discriminação na empresa

01/01/2011

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A rede de supermercados Wal-Mart apelou à Suprema Corte dos EUA, para tentar impedir que o processo por discriminação de gênero, aberto por seis mulheres em 2001, e que já obteve ganho de causa em instâncias inferiores, seja estendido a 1,5 milhão de funcionárias e ex-funcionárias, na última década, como ação coletiva. As seis denunciaram que a Wal-Mart pagava salários menores que a homens em idêntica função e também discriminava na hora das promoções.

A Suprema Corte aceitou se pronunciar sobre se, como querem as funcionárias, há direito à ação coletiva, ou não, como pressiona a Wal-Mart, com apoio de outras empresas que estão sendo processadas em ações coletivas, como a GE, Intel, Bank of América, Altria (Cigarros), Dole Food e United Parcel. Até junho, deverá ser dada a sentença da Suprema Corte. O caso é Wal-Mart Stores v. Dukes, 10-277.

A Nona Corte federal de Apelações, de San Francisco, havia decidido em abril que era pertinente a ação coletiva ir a julgamento. O Wal-Mart, que domina o setor de supermercados nos EUA, tem 1,4 milhão de funcionários, mais outros 2,5 milhões no exterior, é conhecido pela truculência contra os direitos trabalhistas. Agora, alega que “cada unidade” é “autônoma”, e que só poderia haver processo loja por loja. Mas a ação denuncia que o Wal-Mart controla com mão de ferro suas lojas, às quais impõe regras uniformes, e estava a par da discriminação.

A primeira vitória das queixosas na justiça foi em 2007, quando um juiz federal reconheceu o direito de a ação representar todos os contratados da rede de supermercados desde 1998. As ex-funcionárias pleiteiam o pagamento da diferença de salários relativa à discriminação, indenização e a mudança da política salarial do Wal-Mart. O montante de salários e indenizações envolvidos poderá chegar a US$ 1 bilhão.

Fonte: Hora do povo

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