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CUT- RO e sindicato lutam por tratamento digno aos trabalhadores de Jirau. Operários começam a retornar aos seus lares

01/01/2011

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Entidade cutista negocia licença remunerada para 15 mil desalojados do canteiro de obras

Terminou por volta das 19h desta sexta-feira (18/03) reunião entre o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Rondônia, filiado à CUT, e o Ministério Público Federal, em Porto Velho, após mais de cinco horas.

No sábado seguinte, dia 19, por solicitação da CUT Rondônia e do Sindicato, houve audiência entre dirigentes sindicais cutistas, a delegacia regional do Ministério do Trabalho e representantes da empresa Camargo Corrêa.

A CUT quer tratamento digno e humanitário para os cerca de 15 mil trabalhadores que, segundo a Central, foram desalojados por força policial e perambulam da cidade de Porto Velho ou estão abrigados em condições precárias, como num ginásio de esportes.

Por resultado da negociação com o sindicato e a CUT, aproximadamente 3 mil deles já receberam licença remunerada e puderam voltar a suas regiões de origem. A CUT reivindica que a medida seja estendida a todos os trabalhadores, com garantia de manutenção dos empregos, até que o conflito seja solucionado.

O Sindicato, filiado à CUT, está em negociação permanente com a empresa, desde o início dos acontecimentos, com o objetivo de encontrar uma solução pacífica para os problemas.

A entidade informa também que não estão ocorrendo depredações e assaltos na cidade desde ontem, quando os trabalhadores chegaram a Porto Velho. As informações foram repassadas pelo Raimundo Soares da Costa, o Toco, presidente do Sindicato.

Nas negociações, o sindicato também está cobrando a responsabilidade da empresa contratante Camargo Corrêa, como o descumprimento de acordos feitos com os trabalhadores.

A CUT Rondônia não descarta o recurso a ação judicial contra a empresa.

Os conflitos – queima de ônibus, destruição de alojamentos, entre outros – tiveram início na terça-feira após um trabalhador contratado diretamente pela empresa ter sido agredido violentamente, segundo o sindicato, por três motoristas terceirizados. Esse teria sido o estopim, numa situação de insatisfação que se estendia há muito tempo, em função de más condições de trabalho e acordos não cumpridos.

Fonte: CUT Nacional / Isaías Dalle

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