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Promotores da COOP são tratados como escravos

01/01/2011

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A empresa COOP, maior cooperativa de consumo da América Latina, adota postura absurda em relação aos trabalhadores promotores. São diversas as denúncias de assédio moral, revista íntima, cárcere privado e desvio de função. Tanto que o Sindicato dos Trabalhadores, Promotores, Repositores e Demonstradores de Merchandising do Estado de São Paulo, o SINDIPRODEM, moveu o ação de número 46263-000292/2011-51 contra a empresa, solicitando fiscalização nas lojas.

Na ocasião, o sindicato apresentou ao Ministério do Trabalho e Emprego (MPE) de São Bernardo do Campo documentos que devem ser assinados pelo repositor da seção, pelo encarregado da loja e pelo estoquista, antes de finalizar o expediente. Muitas vezes, a empresa chega ao cúmulo de obrigá-los a fazer faxina no estoque.

Dessa forma, o MPE mandou fiscais às filiais de São Bernardo do Campo – COOP Joaquim Nabuco, COOP Café Filho, COOP Rudge Ramos e COOP Vianas. Nenhum representante da empresa se apresentou no momento da negociação, coordenada por autoridade de auditoria fiscal da Subdelegacia do Trabalho naquela cidade. E isso só comprova o descaso com as relações trabalhistas.

Apesar de os promotores não terem qualquer vínculo empregatício com a empresa, gerentes e encarregados agem como se tivessem mais que liberdade de exploração destes. Muitos promotores tem roteiros a seguir e horários a cumprir, direitos que não são respeitados, uma vez que tais gerentes e encarregados retardam ou mesmo proíbem a saída da loja no horário combinado.

Nas filiais de São Caetano, Café Filho, Joaquim Nabuco, Pereira Barreto, é corriqueiro os promotores fazerem horas extras de trabalho, por meio de ordens de superiores desprovidos de boa educação, que tem por hábito assediar moralmente e desviar os trabalhadores de suas funções, apenas para retê-los na loja depois do horário.

O SINDIPRODEM e a CONTRACS/CUT condenam qualquer atitude de desrespeito aos direitos do trabalhador.

Escrito por Patricia Ferreira

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