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Mercado formal tem novembro fraco, mas soma 2,3 milhões de empregos no ano

01/01/2011

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Saldo acumulado no ano é o segundo melhor da série histórica

São Paulo – O mercado formal de trabalho voltou a perder força em novembro, com 42.735 empregos criados, variação de 0,11% em relação ao estoque. Foi o resultado mais fraco desde 2008, ano da crise internacional. Mas no acumulado do ano o saldo é o segundo melhor da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged): 2.320.753 postos de trabalho com carteira assinada, expansão de 6,46%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em novembro, criaram empregos o comércio (107.920) e o setor de serviços (53.999). Na outra ponta, fecharam vagas a indústria (-54.306), a construção civil (-22.789) e a agricultura (-42.297). "O emprego formal continua crescendo, confirmando, porém, uma diminuição de dinamismo que já vinha sendo sinalizada nos últimos meses", comentou o ministro interino do Trabalho, Paulo Roberto dos Santos Pinto.

Conforme mostra a série do Caged, novembro costuma ser um mês fraco, já indicando redução da atividade econômica. As exceções foram 2010 (138.247) e 2009 (246.695), anos de recuperação, além de 2007 (124.554), quando se registrou o segundo maior saldo do Caged. O recorde negativo de novembro é de 1998: -118.142. Aquele ano era o último do primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso.

No acumulado de 2011, apenas os serviços abriram quase um milhão de empregos formais (saldo de 997.996 vagas, crescimento de 6,93%). Em seguida, vieram o comércio (450.472, aumento de 5,59%) e a indústria (357.715, expansão de 4,47%). Percentualmente, as maiores altas foram da construção civil (11,59%, o correspondente a 294.318) e a agricultura (10,46%, com 155.692 empregos a mais).

Com o resultado do mês passado, o estoque de empregados contratados conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) chega a 38,2 milhões – 15,4 milhões nos serviços, 8,5 milhões no comércio, 8,3 milhões na indústria, 2,8 milhões na construção civil, 1,6 milhão na agropecuária e 932 mil na administração pública, entre outros setores.

Em 12 meses, o saldo atinge 1.900.571 (crescimento de 5,23%). Esse número deve estar mais próximo do resultado final do ano, uma vez que, tradicionalmente, dezembro é um mês de eliminação de vagas. Mesmo assim, o Caged de 2011 caminha para ser o segundo maior da série, ficando apenas atrás do ano passado, quando superou 2,5 milhões.

Fonte: Rede Brasil Atual / Vitor Nuzzi

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