quarta-feira, junho 3, 2026

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Agora é greve! Nessa terça (3), garis e margaridas de todo o Brasil decidiram pela greve geral nacional em resposta legítima ao descaso do Senado Federal, que segue ignorando a justa reivindicação da categoria pela votação do PL 4146, proposta que regulamenta a profissão e assegura reconhecimento, direitos e dignidade a trabalhadores e trabalhadoras historicamente invisibilizados e desprezados.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT (Contracs-CUT) manifesta total apoio ao movimento e reafirma sua solidariedade à categoria, que mais uma vez demonstra coragem, consciência coletiva e disposição de luta diante de anos de abandono e desvalorização.

São trabalhadoras e trabalhadores que exercem uma atividade indispensável à saúde pública, à limpeza urbana e à qualidade de vida da população, mas que ainda enfrentam descaso, precarização e ausência de uma regulamentação compatível com a importância social do trabalho que realizam.

Para a Contracs, a greve revela não apenas a indignação da categoria, mas também sua capacidade de organização, unidade e resistência, já demonstrada na paralização nacional realizada em maio. O movimento é resultado de uma construção coletiva séria, comprometida e necessária, diante da insistência do Senado em não pautar uma matéria que representa um passo fundamental na reparação de uma dívida histórica com os garis e margaridas do Brasil.

O presidente da Contracs-CUT, Julimar Roberto, parabenizou a categoria pela mobilização nacional e reforçou o apoio da Confederação ao movimento.

“A Contracs apoia integralmente a greve geral nacional dos garis e margaridas. O PL 4146 é uma reivindicação justa e necessária. Parabenizo a categoria pela organização, pela unidade e pela força demonstradas nesta luta. Quando os trabalhadores e as trabalhadoras se levantam de forma coletiva, não aceitam mais ser ignorados”, afirmou o dirigente.

A Contracs-CUT seguirá ao lado da categoria na defesa da imediata votação do PL 4146 e do reconhecimento pleno dos direitos de garis e margaridas, reafirmando que nenhuma sociedade justa pode continuar tratando com descaso aqueles e aquelas que, através do trabalho e da dedicação, contribuem para o desenvolvimento do país.

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